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domingo, 6 de setembro de 2009

Tristeza


A tristeza é algo deveras complexo e, acima de tudo, frustrante. Muitas vezes nem nós próprios conseguimos reconhecer por que razão nos encontramos tristes, mas também não conseguimos combater esse mesmo abatimento de forma alguma. Há quem prefira esconder as tristezas... há quem preferira partilhá-las, mas a verdade é que, falando sobre elas ou não, estas residem dentro de nós até que algo mude, ou num outro caso, as tristezas instalam-se no nosso interior quando algo realmente muda, radicalmente ou não.

O surgimento da tristeza ligada à mudança é muito frequente e nada fora do comum, infelizmente. É perfeitamente normal que um ser humano se sinta entristecido aquando de alguma mudança drástica ou destruição de uma rotina há muitos anos implementada.

Existem tantas formas de nos sentirmos tristes e decepcionados e tantas razões que nos colocam nesse estado, que é quase ridículo. Desgostos amorosos, a falta de algo ou de alguém, discussões, falhanço escolar ou mesmo dentro do emprego. Se reflectirmos sobre isto, rapidamente chegamos à conclusão de que existem mais coisas que nos podem derrubar psicologicamente do que coisas que nos possam elevar a um estatuto de extrema felicidade, mas há que lutar! Há que lutar para afastar todas as energias negativas do nosso caminho, para que estas não nos consumam e não nos levem a tomar decisões no calor de um mau momento. Ainda que a tristeza doa, há sempre uma saída: um amigo, um amor, um familiar, um artista que nos inspira, etc...


Concluímos este post com um pensamento:

"A verdadeira lágrima não é a que sai dos olhos e que percorre a face, mas sim a que cai do coração e percorre a alma..."
Por isso, lutem! Lutem para que não existam lágrimas que percorram o coração de cada um...!

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Injustiças


Porque tem de existir tanta injustiça no Mundo? A verdade é que não podemos dizer que nunca nos sentimos injustiçados, em alguma altura da nossa existência, seja por que motivo for.

Em qualquer altura das nossas vidas certamente já nos sentimos traídos por alguém, pelas nossas convicções, pelos nossos ideais e até pelas nossas crenças, mas devemos deixar-nos ir abaixo devido a isso? Deixarmo-nos levar pela corrente da desgraça e do infortúnio não é, de todo, solução para nada! Há que lutar! Lutar por algo, lutar por alguém, lutar pela estabilidade, pela felicidade, lutar por alguma coisa que nos faça sentir plenos de novo, ou pelo menos, a caminho da plenitude, aquando de uma situação de injustiça profunda que nos marque deveras. Se não lutarmos contra a injustiça, creio que nos resta apenas acreditar piamente na lei do Karma, que nos diz, nada mais, nada menos que: "Para todas as acções existe uma reação de força equivalente em sentido contrário."; ou seja...quando praticamos uma boa acção, essa boa acção ser-nos-à retribuída com igual intensidade, mas se praticarmos más acções, essas voltaram para nos assombrar.

Tendo dito isto, resta-me apelar à consciência de cada um e fazer ver ao número máximo de pessoas que, de facto, se não fizermos nada para mudar o nosso estado de espírito e a injustiça que nos rodeia, é bom que não esperemos que seja uma qualquer lei que o faça por nós (neste caso, a Lei do Karma) e que seja ela a manter a ordem do Universo.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Discriminação


Hoje trazemos-vos o tema da discriminação porque, nos dias que correm, ela ainda existe em demasia, seja de que tipo for! O que quero dizer com isto, é que a discriminação é uma das piores coisas que podem existir, além de que é um dos aspectos que mais marcam e prejudicam um ser humano psicologicamente, fazendo-o sentir-se de parte e repudiado pela sociedade. Não pensem que não sei do que falo, pois tanto eu como um outro elemento deste blogue passamos por isso diariamente.

Por vezes, nós e muitos outros passamos por esta situação. E pegando um pouco no caso da cegueira, mais especificamente, infelizmente muitas pessoas sofrem desnecessariamente, e a pergunta que aqui coloco é “porquê”? Não estaria já na altura do Mundo evoluir um pouco?
Boa gente, hoje em dia, sabe respeitar estas pessoas que apenas não possuem visão, mas como todos os seres humanos, nós cegos fazemos tudo o que um normovisual faz...mais depressa ou mais devagar, isso é relativo, pois a verdade é que conseguimos tudo! Eu poderia deixar aqui alguns exemplos de discriminação em relação a cegos, mas prefiro deixar antes um apelo para que isto não suceda com tanta frequência e também deixo um testemunho de uma grande amiga que trata estas pessoas como uma outra qualquer, ou seja, não tem preconceitos nenhuns! Deixo-vos então com o seguinte apelo: não tratem as pessoas cegas como uns estranhos, ou como uns inválidos...tratem-nas como devem ser tratadas: como seres humanos normais e capazes, iguais a todos os demais, tal como faz a nossa amiga Hachi!

Hachi: “Pessoalmente, creio ser uma estupidez o facto de se tratar o ser humano de forma diferente quando este possui alguma forma de deficiência, seja ela visual, motora, oral... o que quer que seja. Já há imensas injustiças no Mundo sem o ser humano ter de interferir para que elas existam, por isso, apenas gostaria de alertar para o facto de que o Mundo pode ser um sítio muito mais justo e agradável se simplesmente tratarmos todos de igual maneira. Tentem, não custa nada!”

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Reflexão Sobre a Amizade

A amizade, apesar de muitos o acharem, não é algo que se deva tomar como garantido, de todo. É algo que se constrói dia após dia, é algo que se vai conquistando lenta e pacientemente, mas, em contrapartida, é algo que faz valer todo o esforço e tempo investido em alguém (quando a amizade é recíproca, obviamente). Se raciocinarmos correctamente, claramente chegamos à conclusão de que necessitamos tanto de amigos como necessitamos de nos alimentar todos os dias, de respirar de segundo em segundo e de piscar os olhos constantemente. Quando a vida não nos sorri, quando precisamos de algo que nos distraia, quando tudo se resume a partículas de tristeza embrenhadas em nós, é mais claro que a água cristalina que recorreremos ao nosso melhor amigo, seja ele quem for. Numa relação (neste caso, amorosa...e séria!), existe dentro de nós uma necessidade instintiva de procurar no/a nosso/a parceiro/a um companheirismo que advém da própria amizade, pois sem essa base, não existiria amor.

Gostávamos de terminar o post com um pensamento que diz bastante aos membros da equipa deste blogue:

"Se algum dia a luz da nossa amizade se apagar...que se lixe, acende uma vela...e se essa vela se apagar, que se lixe na mesma...somos amigos às escuras!"

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

"O céu, o mar, as estrelas...e tu"

Entrelacei, ao de leve, os meus dedos nos teus. Puxei-te carinhosamente para mim e deixei que o meu corpo estremecesse com uma explosão de pequenos fogos de artifício que me percorreram com um formigueiro intoxicante. O abraço que partilhámos foi mais forte que qualquer força da natureza, o beijo que trocámos mais necessário para mim do que o próprio ar que respiro. Olhámos o céu com contentamento e, com inocência, perguntaste-me: "o céu é lindo não achas? Parece quase um mistério...Cortinas negras que cobrem pontinhos dourados... ou talvez dourados pontinhos que cobrem o céu negro de alguma cor... não sei decidir, mas nunca vi nada igual!... Nesse momento, sei que as estrelas brilharam da forma mais intensa que conseguiram, pairando no ar uma simples imagem de felicidade e amor, e segredei-te ao ouvido, muito baixinho, para que ninguém mais pudesse escutar: "vi a lua entregar-se ao mar, vi mistérios sem fim, mas nunca vi nada igual quando os teus olhos olharam para mim... "
Findámos a noite com um terno beijo e, juntando-se ao nosso sorriso, ambos ficaram gravados na lindissíma noite de chuva de estrelas, em que a principal estrela seria para sempre o nosso amor.